Perguntas frequentes
As perguntas que aparecem em toda contratação técnica pelo setor público — respondidas aqui para você não precisar gastar uma reunião com elas.
As perguntas
- Quanto custa?
- Vocês cobram por hora?
- Por qual via meu órgão contrata isso?
- Quanto tempo leva do primeiro contato ao início do trabalho?
- Vocês ajudam a instruir o processo?
- O que exatamente eu recebo no final?
- Vocês vendem sistema ou plataforma?
- Vocês têm equipe ou são uma pessoa só?
- Por que não há uma lista completa de profissionais?
- Vocês recebem pela indicação de soluções ou profissionais?
- O que é a coordenação, e por que ela é cobrada?
- Vocês vendem relatórios?
- Vocês apoiam projetos de fomento e contratação de inovação?
- Vocês fazem análise política?
- Podem atender remotamente?
- Vocês fazem assessoria parlamentar ou de gabinete?
- Vocês trabalham para campanha, candidato ou partido?
- Por que vocês publicam o que recusam?
- Como sei que vocês são bons antes de contratar?
Quanto custa?
As faixas de todos os serviços estão publicadas em <a href="/precos">preços</a>, por linha, com o que faz o valor variar e o que a proposta inclui. O valor fechado sai depois de entender o problema, e a proposta pode ser feita por e-mail quando as informações forem suficientes; uma conversa curta entra quando o escopo exigir.
Vocês cobram por hora?
Cobramos por escopo ou por período, com o preço definido na proposta. Ajustes consideram mudanças de formato, volume, prazo e condições de execução. Na mentoria, a mensalidade cobre um limite de dedicação e um canal definidos.
Por qual via meu órgão contrata isso?
Quem decide é o órgão, pelo objeto e pelo planejamento da despesa. Na prática, boa parte dos trabalhos desse porte é contratada por dispensa por valor; havendo inviabilidade de competição, a via é a inexigibilidade, e nesse caso fornecemos o dossiê de acervo para instruir o processo. As vias, com documentos, publicidade e prazos, estão em <a href="/como-contratar">como contratar</a>.
Quanto tempo leva do primeiro contato ao início do trabalho?
Contando da formalização da demanda à assinatura, o que observamos é de 2 a 6 semanas por dispensa e de 4 a 10 por inexigibilidade — dependendo do órgão e do calendário orçamentário. Para capacitação com data marcada, some o tempo de combinar agenda e turma: vale começar com dois a três meses de antecedência.
Vocês ajudam a instruir o processo?
Sim, e sem cobrar por isso. Os modelos estão publicados no <a href="/kit-de-contratacao">kit de contratação</a>, e adaptamos ao seu órgão quando pedido. Não participamos, em nenhuma hipótese, da decisão de contratar.
O que exatamente eu recebo no final?
Está escrito na proposta, entregável por entregável, junto com uma seção dizendo o que NÃO está incluído. Se a proposta não permitir a você prever o que vai receber, ela está malfeita — e a culpa é nossa.
Vocês vendem sistema ou plataforma?
Não temos sistema próprio. Quando o problema for de ferramenta, podemos recomendar uma solução de terceiro ou coordenar a implantação, separando na proposta o preço do fornecedor, da implantação, do suporte e dos nossos serviços. Antes de recomendar software, verificamos se o que falta é rotina e conhecimento da norma — ou se é, de fato, ferramenta. Detalhes em <a href="/servicos#solucoes">serviços</a>.
Vocês têm equipe ou são uma pessoa só?
A gestão é de mais de uma pessoa, com trajetória no serviço público e em tecnologia e dados, e as equipes são montadas por projeto. Conforme o caso, executamos com equipe própria, coordenamos profissionais e empresas que reunimos para o trabalho, ou apenas conectamos a instituição a um prestador. A proposta diz qual é o nosso papel, quem responde por cada entrega e sob que vínculo. Como selecionamos está em <a href="/sobre#selecao">sobre</a>.
Por que não há uma lista completa de profissionais?
Porque a composição das equipes varia conforme a necessidade, a especialidade e a disponibilidade. Publicamos a forma de trabalho e os critérios de seleção, não um catálogo de dados pessoais. Na contratação, o cliente recebe a identificação e a comprovação das qualificações dos responsáveis pelo seu projeto, conforme o escopo e as exigências aplicáveis — a proteção dos dados profissionais nunca é usada para esconder do contratante quem vai executar.
Vocês recebem pela indicação de soluções ou profissionais?
Não. Recomendação a instituição pública não gera comissão de fornecedor para nós: se o cliente nos contrata para identificar a solução mais adequada, receber dinheiro do fornecedor escolhido criaria um incentivo difícil de explicar. Quando houver serviço de avaliação ou coordenação contratado, seu preço é informado na proposta. Parcerias técnicas com fornecedores existem para execução, integração, capacitação e suporte, e nelas recebemos pelo trabalho que entregamos, contratado explicitamente. Nunca somos, na mesma decisão, o avaliador contratado pelo comprador e o vendedor remunerado pelo fornecedor. A regra está em <a href="/etica">ética</a>.
O que é a coordenação, e por que ela é cobrada?
Coordenação tem entregas próprias: especificação da necessidade e dos resultados esperados; avaliação de alternativas e composição da equipe; planejamento, acompanhamento e controle de qualidade; integração das entregas dos especialistas; e documentação, transferência de conhecimento e encerramento. É cobrada por preço fixo por projeto ou etapa, ou por mensalidade com escopo definido quando há acompanhamento continuado — nunca como porcentagem do valor de fornecedor, porque isso faria a nossa remuneração crescer quando a solução fica mais cara. Detalhes em <a href="/servicos#coordenacao">serviços</a>.
Vocês vendem relatórios?
Publicamos <a href="/estudos">estudos gratuitos</a> e produzimos estudos sob encomenda. Relatórios de catálogo, vendidos por licença, e assinatura institucional estão em preparação e terão títulos e condições próprios quando existirem. Cada publicação diz método, finalidade, financiamento e condições de uso. Licença de relatório pronto é diferente de estudo novo encomendado: neste, propriedade, publicação e reutilização ficam definidas no contrato — e, para a Administração, a Lei 14.133 prevê a cessão dos direitos patrimoniais (art. 93). Detalhes em <a href="/servicos#relatorios">serviços</a>.
Vocês apoiam projetos de fomento e contratação de inovação?
Sim. Apoiamos a análise técnica inicial, a estruturação e revisão de propostas e a organização dos documentos de execução. Cada instrumento tem beneficiários, despesas e exigências próprios. A proposta informa o nosso papel e os especialistas necessários; a remuneração corresponde ao trabalho contratado e não representa garantia de aprovação. Não atuamos em lados conflitantes de uma mesma oportunidade. Detalhes em <a href="/servicos#inovacao">serviços</a>.
Vocês fazem análise política?
Fazemos análise de política pública e de funcionamento do Estado: instituições e relações entre Poderes, orçamento e prioridades governamentais, tramitação legislativa e cenários regulatórios, capacidade administrativa e implementação de programas, comparações entre entes. Não fazemos pesquisa de intenção de voto — categoria com regras próprias, que está na nossa lista de recusas — nem trabalho para campanha, candidato ou partido. Em publicação científica, o nome corresponde ao método (revisão narrativa, revisão sistemática, síntese de evidências ou estudo original); uma encomenda define a pergunta e o escopo, nunca a conclusão; e não anunciamos revisão por pares que não ocorreu.
Podem atender remotamente?
Sim, inclusive formação. Presencial fora do Distrito Federal e entorno entra na proposta como item separado, nunca embutido no preço do serviço.
Vocês fazem assessoria parlamentar ou de gabinete?
Até 18 de dezembro de 2026, não — nem oferta, nem prospecção, nem material dirigido a gabinetes e assessores. É decisão nossa de prudência sobre o calendário, e não uma exigência que alguém tenha feito. A partir de 19 de dezembro a oferta pode abrir, sob todas as regras publicadas em <a href="/etica">ética</a> — mas não abre sozinha: antes, reavaliamos se os controles que ainda estão em implantação já operam.
Vocês trabalham para campanha, candidato ou partido?
Nunca, em nenhuma data e por nenhum valor. Também não fazemos pesquisa sobre adversários, marketing eleitoral, gestão de imagem, supressão de conteúdo nem investigação sobre pessoas físicas. A lista completa está em <a href="/etica">ética</a>, e ela não muda conforme o cliente.
Por que vocês publicam o que recusam?
Para que o comprador saiba, antes da proposta, o que não faremos — e para que a regra seja verificável, em vez de depender de confiança. As regras de conflito, os vínculos com os projetos cívicos da mesma iniciativa e o estado de cada controle estão em <a href="/etica">ética</a>.
Como sei que vocês são bons antes de contratar?
Pelo que é verificável: o levantamento publicado, com método, limites, script e base para download; as notas e guias, com fontes datadas; e, à medida que os contratos forem executados, os atestados e exemplos de entrega em <a href="/acervo">acervo</a>. As regras e os vínculos estão publicados em <a href="/etica">ética</a>, com uma tabela que diz o que já opera e o que ainda está em implantação — revisor independente e registro de conflitos estão na segunda coluna.